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Quarta, 04 de janeiro de 2017, 14h47 Tamanho do texto A- | A+


MUNDO PET / CUIDADO

Veterinário explica quais os cuidados necessários com cães deficientes

As deficiências mais comuns estão a paralisia, cegueira e surdez.

Deficiências como cegueira, surdez e no aparelho locomotor são comuns em animais domésticos, principalmente nos cães. O principal cuidado a ser tomado é diagnosticar a doença e tratar o problema, facilitando a vida do pet. "É necessário por exemplo, deixar o caminho livre para um cão  que não está enxergando. Nesses casos, é ideal estudar o ambiente que o cão vai ficar e fazer uma adaptação para recebê-lo, o que torna sua vida mais tranquila", comenta o veterinário Aldo Macellaro, de Itu (SP).

 

A incidência é maior em cães mais velhos, que tendem a ser acometidos pela cegueira e surdez, por causa da idade avançada. A perda da visão pode ocorrer também se o pet tiver diabetes ou algum tumor. Já a dificuldade no aparelho locomotor advém de problemas como displasia (doença ortopédica hereditária), que gera uma dificuldade de locomoção e fraturas, principalmente.

 

"As limitações advêm da própria deficiência, mas os pets sempre nos surpreendem com seus jeitos de driblar suas próprias dificuldades. O que o dono pode ajudar é na adaptação do espaço e no contato constante com o veterinário para que receba orientações", diz Aldo.

 

Atividades e exercícios físicos são recomendados para os pets, de acordo com a limitação do animal.

 

"Cães com problemas de locomoção, por exemplo, são indicadas atividades aquáticas como, nadar na piscina, onde se elimina o peso do corpo e o impacto nas articulações é menor. Já para cães cegos, exercícios físicos normais dentro de uma área sem obstáculos é uma forma de não deixar eles ficarem parados", indica o veterinário de 46 anos.

 

Ainda segundo Macellaro, o dono de um cão deficiente terá um pouco mais de trabalho e cuidados especiais, mas nada tão diferente do que com os demais cães. Além do amor e carinho do pet ser o mesmo que de um sem deficiência.

 

Em Botucatu (SP), a clínica do Doutor Eduardo Diniz da Gama é referência mundial no desenvolvimento de aparelhos fisioterápicos, o vetcar. Importado dos Estados Unidos há quase 20 anos, cerca de 6.500 cães que perderam os movimentos posterior ou até mesmo das quatro patas, puderam voltar a andar.

 

"O vetcar não é uma cadeira de rodas para cães, mas sim um aparelho fisioterápico veterinário. O objetivo é trazer conforto ao convívio do animal, como do proprietário. Para que o pet possa se locomover, ter mais mobilidade e liberdade", explica o veterinário de 52 anos.

 

O aparelho é adaptado conforme o porte do animal. Não existe um modelo pronto. Cada cão precisa fazer um exame médico, ser avaliado e medido, para que seja desenvolvido um vetcar específico.

 

 

Fonte: Mundo Pet G1



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