MS: Proposta do deputado Takimoto começa a sair do papel

Foto: Gustavo Moraes

Um dos principais defensores da construção do Hospital Regional de Dourados, o deputado estadual George Takimoto (PDT) vê avançar ideia semelhante que apresentou para a capital de Mato grosso do Sul há seis anos. Na quinta-feira passada (03/08), ele recebeu em seu gabinete na Assembleia Legislativa o empresário Edivaldo Arakaki e o ex-presidente da Associação Cultural e Esportiva Nipo-Brasileira Acelino Nakasato, interessados em contribuir com a materialização da ideia de ser construído em Campo Grande um estabelecimento hospitalar para atender a comunidade japonesa que vive no Estado.

“Só em terras campo-grandenses vivem mais de 13 mil japoneses e descendentes, uma das maiores concentrações de populações nipônicas no Brasil. Logo que assumi o mandato, em 2011, uma das primeiras bandeiras foi exatamente a da construção de dois hospitais, o Regional, em Dourados, e este, na capital”, lembrou Takimoto. Ele afirma ter ficado feliz e ainda mais otimista com o interesse demonstrado por Naksato e Arakaki para levar avante a ideia e contribuir no esforço para torna-la exequível e tirá-la do papel.

“Esta é uma semente que só vinga quando é plantada e tratada por várias mãos, desde o preparo do terreno até o dia da colheita de seus frutos. E pessoas empreendedoras como Edivaldo Arakaki e Acelino Nakasato trazem a certeza de que a proposta ganhará novos parceiros e tem tudo para prosperar”, diz o deputado. “Acredito na sensibilidade dos governantes. Estamos confiantes que os estudos técnicos e financeiros vão concluir pela viabilidade de uma obra que é, sem dúvidas, de primeira necessidade, e de inegável valor humano em seu custo-benefício”, aposta.

Takimo quer também um estudo sobre a formação de consórcio ou acordo de cooperação para a construção de pequenos aposentos ou acomodações destinados ao acompanhamento dos pacientes por seus familiares. Ao observar que muitas pessoas não têm condições de arcar com esse tipo de custo, o deputado sugere ainda que as famílias com renda suficiente contribuam, facultativamente, com a manutenção dessa assistência.

“É preciso que se atente para um fator determinante: no Brasil a idade média de vida vem aumentando, mais de 20% da população já goza de uma expectativa de vida de mais de 80 anos de idade. Por isso é urgente que se criem novos espaços para oferecer a assistência e o tratamento de saúde adequados”, argumenta George Takimoto.

Por Edson Moraes

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