Quarta-feira, 21 de Agosto de 2019

Justiça
Quinta-feira, 13 de Junho de 2019, 16h:15

Está Parado Desde a Copa do Mundo de 2014

Presidente da Câmara convoca deputados para inspeção em obras do VLT

Fonte: Olhar Direto

Divulgação

O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Misael Galvão (PSB) convocou os vereadores para fazerem uma inspeção nos principais pontos da obra do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que esta paralisada desde 2014, assim como verificar em que estado se encontram os vagões e trilhos que ainda não foram utilizados.

A intenção do vereador é de que a Câmara se intere sobre a situação do modal que está parado desde a Copa do Mundo de 2014. Para isso, ele ainda convidou os vereadores da cidade de Várzea Grande, além dos deputados estaduais para acompanhá-los na “vistoria”.

Segundo Misael, é uma vergonha a obra que consumiu mais de R$ 1 bilhão de dinheiro público ainda estar parada e longe de ser concluída. “É uma vergonha, só posso usar essa palavra para definir a situação de indefinição do VLT. A obra, que prometia revolucionar o transporte público, já consumiu R$ 1,066 bilhão dos cofres públicos e está parada desde dezembro de 2014”, enfatizou.

O parlamentar também recordou que os vagões adquiridos correm risco de não poder ser utilizados, tendo em vista a degradação devido à exposição ao sol e chuva.

“A situação também não é diferente nos locais onde a obra avançou. Ferros enferrujados, postes, tubos e pré-moldados de concreto atrapalham a circulação de pedestres, que se arriscam em meio às instalações inacabadas. Corremos o risco de perder tudo e até o momento não há uma definição do Governo do Estado quanto ao assunto”, completou.

O vereador sugeriu ainda que, após as visitas, os parlamentares se reúnam com o governador Mauro Mendes (DEM) para cobrar um posicionamento do Governo do Estado para a obra.

“Precisamos nos inteirar deste assunto e cobrar mais firmemente uma posição do governador Mauro Mendes”, finalizou.

Desde sua campanha, o governador Mauro Mendes afirmou que precisava de pelo menos um ano de mandato para encontrar uma solução viável para dar continuidade as obras do VLT. Até o momento, o chefe do Executivo ainda não apresentou nenhuma proposta.

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