Segunda-feira, 19 de Abril de 2021

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Quinta-feira, 08 de Abril de 2021, 14h:05

APÓS SEIS DIAS DE BUSCAS

Padrasto é preso acusado de matar e ocultar corpo de adolescente em Paranatinga

Em interrogatório, o suspeito indicou o local onde enterrou a vítima; informações iniciais apontavam que o menor teria envolvimento com uma facção, mas a polícia descartou a tese

Fonte: circuitomt

Divulgação

A Polícia Civil prendeu, nesta quarta-feira (7), um homem acusado de matar e ocultar o corpo do próprio enteado, de 17 anos. A vítima, identificada como Kauã Vinícius de Jesus Dourado, estava desaparecida há 6 dias e o cadáver dela foi encontrado em uma região de mata. O caso ocorreu no município de Paranatinga (368 km de Cuiabá-MT).

Segundo as investigações, o adolescente foi não era visto desde 1º de abril.

As informações iniciais apontavam que o menor havia sido deixado pelo padrasto na praça central da cidade, onde iria comprar uma motocicleta. Os primeiros trabalhos investigativos apuraram o envolvimento de Kauã com alguma facção criminosa que pudesse ter praticado o crime, porém a teoria não foi confirmada.

Após várias diligências investigativas e depoimento de familiares, os policiais  identificaram como principal suspeito o padrasto da vítima. Em interrogatório, ele confessou o homicídio do enteado e informou local em que o jovem foi enterrado.


Para praticar o crime, o suspeito conduziu a vítima até o local e efetuou diversos disparos de arma de fogo.

Estelionato

A equipe de investigação aponta que este foi um caso de difícil solução uma vez que a todo momento surgiam novas hipóteses sobre o que poderia ter acontecido com adolescente, passando por situações de envolvimento com organizações criminosas e sequestro.

Ao longo da semana, uma associação de estelionatários entrou em contato com a família da vítima, simulando um sequestro, alegando que o adolescente estaria com eles e que seria necessário o depósito do valor de R$ 2 mil para que ele fosse libertado.

Para comprovar o sequestro, a quadrilha apresentou uma foto falsa, com as mesmas características da vítima, aumentando ainda mais a confusão quanto a autoria delitiva.

 

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