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Quarta-feira, 09 de Outubro de 2019, 10h:59

Vítima de bala perdida

"Está claro pra mim que Alexandre não foi vítima de bala perdida nenhuma", disse viúva

Redação

Uma testemunha anônima relatou ao site da UOL que o mestre de bateria da escola de Samba Unidos da Villa Rica, Alexandre Duarte, morto em 17 de julho na comunidade dos Tabajaras em Copacabana, no Rio de Janeiro, reforçou o que a família da vítima já havia declarado, que Alexandre foi morto por agentes da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) e não por bala perdida, conforme foi alegado pelos policiais envolvidos.

A viúva do mestre de bateria Tatiana Silva, 40, já havia declarado na mídia, o que essa testemunha anônima relatou ao site. "Está claro para mim que Alexandre não foi vítima de bala perdida nenhuma. Ele foi assassinado pela polícia".

Segundo a Polícia Militar, o tiroteio começou às 11h30, horário de intenso movimento, quando PMs em patrulhamento na rua Euclides da Rocha, a principal da comunidade, disseram ter sido alvejados por traficantes. A localidade conhecida como Região do 48 fica em território marcado por confrontos entre policiais e traficantes da facção criminosa Comando Vermelho.
Nascido e criado na comunidade, Alexandre Duarte, 48, era bastante conhecido graças ao seu trabalho como mestre de bateria. No dia 17 de julho, Mestre Pressão, como era chamado, tinha acabado de subir o Tabajaras com três pessoas para avaliar um novo projeto.

 

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