Domingo, 17 de Janeiro de 2021

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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2021, 11h:21

COMBATE À COVID

Emanuel desiste de comprar vacina e aguarda Ministério da Saúde

Fonte: Midia News

Luiz Alves/Sicom-Cuiabá

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que mudou a postura em relação à compra direta da vacina contra a Covid-19 em razão da complexidade do sistema de imunização e da falta de estrutura do Município para lidar sozinho com a logística de vacinação.

“A vacina não é simples, é muita complexa. Uma campanha de vacinação dessa natureza é muito complexa, porque não é um dia só. No caso da vacina oficial, são duas vezes. O intervalo entre as duas vacinas é de 27 dias”, disse.

Dessa forma, a Capital deve aguardar o plano de vacinação do Ministério da Saúde. No início de dezembro, Emanuel chegou a iniciar as tratativas com o Governo de São Paulo e o Instituto Butantan para tentar viabilizar o recebimento de doses da Coronavac para a população cuiabana.

Segundo ele, após tomar conhecimento da estrutura que uma vacinação em massa exigiria, optou por agir com segurança e responsabilidade com a vida da população. De acordo com o emedebista, não havia como seguir adiante com o plano inicial sem estar “de mãos dadas” com o Ministério da Saúde.

Não temos essa estrutura sozinhos. Não adiantava adquirir 50 mil, 100 mil unidades da Coronavac. Não iria resolver o problema

“Não temos essa estrutura sozinhos. Não adiantava adquirir 50 mil, 100 mil unidades da Coronavac. Não iria resolver o problema e não teríamos a estrutura, a logística necessária para imunizar a população cuiabana”, afirmou.

Emanuel afirmou que espera que a vacina comece a ser distribuída entre fevereiro e março deste ano na Capital, via Governo do Estado, com a distribuição das doses aos municípios de acordo com a população de cada um.

O prefeito afirmou, ainda, que confia que haverá seringas suficientes para imunização dos cuiabanos.

“Não acredito que haja uma unidade federativa que tenha estoque de seringa para uma pandemia e muito menos uma segunda onda, que ninguém esperava”, disse.

“Agora, estamos acompanhando o Governo Federal, as orientações técnico-científicas do Ministério da Saúde e aquilo que couber a Cuiabá, a Capital está pronta, preparada e estruturada para defender e proteger a saúde e a vida das pessoas”, completou.

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