Sábado, 11 de Julho de 2020

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Terça-feira, 30 de Junho de 2020, 15h:23

O crime aconteceu na sexta-feira, mas apenas na se

Secretário municipal de esportes espanca a amante e é exonerado

O crime aconteceu na sexta-feira, mas apenas na segunda-feira (29) ele perdeu o cargo público. O homem, segundo a polícia, já coleciona diversos boletins de ocorrências em que ele aprece como o agressor

Reprodução

O secretário de Esporte de Nova Ubiratã, no norte do estado, foi exonerado do cargo nesta segunda-feira (29). Huelinton Mendes Rodrigues, que também é sócio proprietário de uma emissora de TV na cidade, é suspeito de agredir a amante, de 34 anos, na casa dela, na noite de sexta-feira (26).

Após o crime, ele fugiu do local e até a manhã desta segunda-feira (29) não foi localizado. Huelinton já responde a um processo por violência doméstica. Em 23 de dezembro de 2019, ele teria agredido a esposa.

À época, ele prestou esclarecimentos e continuou no cargo de secretário. No início deste ano, ele e a mulher reataram o relacionamento.

No entanto, a família passou a ser ameaçada pela amante dele, o que teria motivado o crime, segundo a própria mulher de Huelinton. De acordo com a polícia, após receber denúncia de uma briga ocorrida na noite da última sexta-feira, os militares foram até a casa e encontraram a amante de Huelinton com o nariz sangrando e reclamando de dores no braço esquerdo.

A vítima disse aos policiais que estava sendo ameaçada por Huelinton, com quem afirmou ter um relacionamento, mas que ele não aceitava a separação. Ainda segundo a mulher, quando ela saiu de casa, o suspeito a agrediu com socos e chutes.

Moradores que testemunharam o crime teriam evitado que as agressões continuassem. A mulher foi medicada no pronto atendimento do município e Huelinton fugiu. Os militares fizeram rondas pelo bairro, mas ele não foi encontrado.

Em nota, a prefeitura de Nova Ubiratã afirma a exoneração foi tomada para garantir a isonomia no procedimento que apura os possíveis crimes a ele imputados. “A idoneidade moral é requisito obrigatório para aqueles que se dedicam a vida pública. Qualquer comportamento contrário a essa preceito deve ser veementemente combatido e, quando comprovado, punido de forma exemplar”, diz trecho da nota.

 

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