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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2020, 15h:07

CASO EM INVESTIGAÇÃO

Empresário diz estar à disposição, mas ainda não foi chamado pelo Gaeco

Depoimento é considerado peça chave para inocentar Wanderson e esclarecer os fatos

Redação

Redação

O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) continua as investigações referentes a suposto pagamento de propina ao ex-secretário adjunto da Casa Civil, Wanderson de Jesus Nogueira. O pagamento teria sido realizado pelo empresário Thiago Ronchi Adrien Eugênio, da TMF Construções e Serviços Eireli.

Chama atenção o fato de que mesmo tendo se colocado à disposição do Gaeco, o empresário ainda não foi chamado para depor, sendo que seu depoimento é considerado peça chave para inocentar Wanderson e esclarecer os fatos. Em entrevista ao Notícia Max, Thiago diz que tem uma série de documentos a serem apresentados, porém, mesmo com seus advogados já tendo procurado o Gaeco, ainda não há uma data estabelecida para que ele preste esclarecimentos.

“Nossos advogados me colocaram à disposição, e estamos aguardando. Temos uma série de documentos, mas como o caso ainda está em investigação, ainda temos que apresentar esses documentos para o Gaeco, então estamos aguardando”, afirmou o empresário ao Notícia Max, segundo apurou a reportagem esses documentos inocentaria o ex-adjunto.

Procurada pela reportagem, a assessoria do Gaeco que não repassa informações sobre casos em investigação.

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