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Quinta-feira, 09 de Agosto de 2018, 22h:59

Greve

Bancários de Mato Grosso alertam para possível greve nos próximos dias no estado

Sarah Moreira

Os bancários do estado de Mato Grosso alertam para uma possível greve que já foi aprovada em assembleia extraordinária da categoria, em Cuiabá. Indicativo de greve foi aprovado na quarta-feira (8).

Segundo o Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (Seeb-MT), a proposta foi apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e foi rejeitada por não contemplar as reivindicações da categoria.

Os trabalhadores reivindicam mudanças no salário com 5% de aumento, inflação projetada de 3,87%, piso salarial de R$ 3,7 mil, vales alimentação, 13ª, cesta básica e auxílios.

Também foi decidido durante assembleia o fortalecimento do Dia do Basta, no dia 10 de agosto haverá ato público a partir das 16 horas, na Praça Ipiranga. A ação foi convocada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais, juntamente com a Frente Brasil Popular.

“Outra reunião com os bancos está agendada para o dia 17 de agosto, os bancários aguardam uma nova proposta que contemple as reivindicações. Os bancos negam aumento real para os trabalhadores, mesmo tendo lucros exorbitantes de R$ 80 bilhões em 2017, em plena crise econômica e fechamento de milhares de postos de trabalho e agências bancárias”, disse presidente do Seeb/MT e membro do Comando Nacional dos Bancários, Clodoaldo Barbosa.

Se uma nova proposta não for apresentada, uma greve geral poderá ser deflagrada por tempo indeterminado.

 

Pauta de reivindicações:

• Reajuste Salarial - 5% de aumento real, com inflação projetada de 3,87 % (até 07/08)
• Piso – Salário mínimo do Dieese (R$ 3.747,10)
• Vales Alimentação, Refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá – Salário Mínimo Nacional (R$ 954): Inclusive nos períodos de licença-maternidade, paternidade e adoção, férias e nos afastamentos por doença de qualquer natureza ou acidente de trabalho.
• 14º salário;
• Fim das metas abusivas e assédio moral – A categoria é submetida a uma pressão abusiva por cumprimento de metas, que tem provocado alto índice de adoecimento dos bancários;
• Emprego – Fim das demissões; ampliação das contratações; fim das novas formas de contratação, criadas a partir da Reforma Trabalhista (autônomo, terceirizado e intermitente e contrato parcial); fim da precarização das condições de trabalho e homologações feitas no Sindicato
• Melhores condições de trabalho nas agências digitais
• Mais segurança nas agências bancárias
• Auxílio-educação

 

Com informações do Gazeta Digital

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