Sábado, 24 de Outubro de 2020

Cidades
Quarta-feira, 06 de Maio de 2020, 11h:09

RANKING

DF cai para 9ª posição no índice de isolamento e atinge pior taxa

Adesão ao distanciamento social está em 43,7%. Dados foram levantados nesta segunda-feira (4).

O Distrito Federal caiu para a 9ª posição no ranking de adesão às medidas de isolamento social – impostas pelo governo devido à pandemia do novo coornavírus. O levantamento é da empresa de softwares In Loco. Esse é o pior índice registrado na capital do país desde o fechamento do comércio, no dia 19 de março.

De acordo com a última pesquisa, realizada nesta segunda-feira (4), o DF está com índice de 43,7%. Estados como Amazonas (48,28%), Amapá (47,87%) e Pará (47,32%) lideram o ranking de distanciamento social no país.

'O isolamento é maior para nós': surdos enfrentam dificuldades na comunicação com máscaras.

O Distrito Federal fica atrás do Maranhão, Acre, Pernambuco, Ceará e Rio de Janeiro. Até a noite desta terça-feira (5), a capital registrava 1.837 casos do novo coronavírus e 34 mortes.

Até o último balanço, todas as unidades da federação estavam com o índice menor que 50%. O indicado por especialistas é de 70%. Confira o índice geral:

Histórico
Desde o início do isolamento social no DF, que começou com o fechamento do comércio, o melhor índice alcançado na capital foi no dia 22 de março, com 65,6% de adesão. A partir disso, a taxa tem variado, com quedas expressivas após medidas de flexibilização do comércio, em abril. Relembre marcos:

2 de abril: adesão de 49,8% no DF
Ibaneis autoriza a reabertura de feiras permanentes, lavanderias e floriculturas.
22 de abril: índice reduz para 45%
GDF libera o funcionamento de escritórios de profissionais autônomos e imobiliárias
24 de abril: taxa em 43,3%
Um dia após o governador Ibaneis Rocha (MDB) determinar o uso obrigatório das máscaras faciais

A flexibilização nas regras de isolamento social vem sendo feitas pelo governador Ibaneis Rocha (MDB), como uma forma de retomar o comércio e serviços do DF.

No dia 16 de abril, o governador anunciou que estudava reabrir o comércio em 3 de maio, mas no dia 29, outra decisão adiou a abertura para o dia 11 de maio. Nesta quarta (6), a Justiça Federal suspendeu novas medidas de flexibilização "até novo pronunciamento" no Judiciário.

À TV Globo, o governador disse que um dos motivos para a mudança na data é a dificuldade do comércio em conseguir atender as medidas necessárias para a retomada das atividades, como a testagem e a compra de Equipamentos de Produção Individuais (EPIs) para todos os funcionários.

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